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Divinópolis, Minas Gerais, Brazil
Ulisses A. Natividade, Pedagogo, Biólogo,Professor de Ciências, Biologia e Física.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Coluna do Aluno

Fábio Canaan, do 1°C ROCA, se interessou por plantas aquáticas com as quais se deparou e resolveu se informar um pouco mais. Pesquisou e fez, corretamente, sua identificação. Após fotografá-las enviou seu trabalho, que publico aqui já agradecendo pela participação de mas um aluno que não espera o conhecimento chegar, corre atrás.... Valeu!

Alface d'água




Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta (Angiosperma)
Ordem: Liliopsida
Família: Araceae




O nome Alface d’água é um dos nomes populares da planta que possui o nome cientifico de Pistia Stratiotes. Outros nomes populares dessa espécie vegetal são: Erva de Santa Luzia, Flor d’água, Repolho d´água, Gôlfo, Lentilha d´água, Mururé, Mururé Page, Page, Pasta, Repolhinho d’água e Santa Luzia.
Uma das curiosidades dessa planta é que ela é uma planta usada nos rituais religiosos da cultura afro no Brasil, sendo utilizada para preparar a chamada “água sagrada”. Tendo também como propriedade medicinais: anti-sifilítica, antiasmática, antidisentérica, antiartrítica, anti-herpética, anti-hemorroidária, antidiabética, desinflamatória de erisipela, diurético, emoliente, espectorante, maturativa.
A Alface d’água se caracteriza por ser flutuante e bastante rústica, isto é, cresce sem maiores cuidados e exigências para com as pessoas que a cultivam, mas devido a sua capacidade de multiplicação, pode se tornar uma planta daninha e tomar conta da água, e caso isso ocorra será necessário remover os excessos para que a sombra não tome conta da água.
Ela é uma espécie vegetal de pequeno porte, e atinge uma altura que varia de média de 05 (cinco) a 15 (quinze) centímetros e apresenta ciclo de vida perene, isto é, ela apresenta um ciclo de vida longo. A temperatura ideal para o seu cultivo é aquela que oscila dos 20 graus Celsius aos 30 graus Celsius.




Mais informações:

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Vida nos Recifes

Este vídeo mostra em detalhes alguns aspectos da vida e reprodução dos Cnidários.


Disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=YJwESgeDBis

Os Celenterados

Os animais diblásticos que se caracterizam por apresentar uma evidente cavidade digestiva são chamados de Celenterados. Também são conhecidos por Cnidários, pois possuem células urticantes especiais em seus tentáculos: os cnidócitos (ou cnidoblastos).
Veja alguns exemplos:


Vídeo disponível no link:
https://www.youtube.com/watch?v=9fi6kGuNWtw

sábado, 26 de julho de 2014

Taxonomia

A taxonomia é o ramo da Biologia que estuda e classifica as espécies de seres vivos e como o número de espécies já é muito grande alguns cientistas são obrigados a criar nomes estranhos. Mas estes são bem interessantes.    
Quando o pesquisador Diego Nunes Barbosa, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), descobriu sete novas espécies de vespa, resolveu buscar inspiração na série “Game of Thrones” para nomeá-las. Os insetos descobertos receberam nomes em homenagem às casas que lutam pelo poder na saga americana: Arryn, Baratheon, Lannister, Martell, Targaryen, Tully e Stark.

“Gosto muito da série, já li todos os livros. Além disso, o número de espécies descritas no mundo já está muito grande, e os nomes não podem ser iguais. A gente tem que usar a criatividade para dar nomes novos”, conta Barbosa. Ele publicou o artigo que descreve a descoberta das novas espécies em junho na revista “Zoologia”, da Sociedade Brasileira de Zoologia, junto com seu orientador, Celso Azevedo.
Laelius lannisteri (Foto: Diego Nunes Barbosa/Zoologia/Sociedade Brasileira de Zoologia)
Adaptados ao latim, como exigem as normas do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica, os nomes das novas espécies ficaram: Laelius arryniL. baratheoniL. lannisteriL. martelliL. targaryeniL. tullyi e L. starki.            
As novas espécies são do gênero Laelius, que ocorre no mundo inteiro, mas principalmente na América do Sul e no México. Barbosa estudou exemplares desse gênero pertencentes a coleções do Brasil e de outros países. A análise das características externas dos insetos permitiu distinguir as sete novas espécies.
Ele conta que o Departamento de Ciências Biológicas da Ufes tornou-se uma referência internacional no estudo de vespas da família Bethylidae, da qual o gênero Laelius faz parte. Por isso, coleções de insetos de vários países enviam exemplares para serem estudados por pesquisadores do centro.
Fonte: G1 por Mariana Lenharo, em São Paulo 26/07/2014 
Biólogo nomeia novas espécies de vespa inspirado em 'Game of Thrones'