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Ulisses A. Natividade, Pedagogo, Biólogo,Professor de Ciências, Biologia e Física.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Um show de imagens!

Com paciência, equipamento básico e adequado e um pouco de sorte, fotógrafo consegue fotos incríveis 

Da BBC

                    O fotógrafo norte-americano Thomas Shahan capturou detalhes de diversos artrópodes em imagens que mostram formas complexas e as cores características dos animais.
                     Munido de uma câmera digital comum e de lentes macro, Thomas Shahan fotografa diferentes espécies de animais minúsculos, principalmente aranhas e diversos tipos de insetos, como moscas e libélulas (veja fotos abaixo).


Inseto conhecido como 'donzelinha'
Uma mosca-cavalo ('Tabanus lineola')
Mosca 'Holcocephala fusca.'  

Fêmea da 'Tabanus lineola' 

'Zygoptera'  (Foto: Thomas Shahan / www.thomasshahan.com)


Libélula-azul
 Aranha-lobo ('Hogna')

Aranha com 4 olhos, coloridos como um semáforo.


                    Shahan diz que não mata, maltrata ou imobiliza os animais. "Eu sempre tento fotografar os objetos em seu ambiente natural - ou pelo menos na rua, mas eu ocasionalmente trago um artrópode para dentro de casa para fazer as imagens", diz.

                   Os detalhes e as cores se destacam nas imagens de Shahan, que são divulgadas em seu site: http://www.thomasshahan.com/. Vale a pena conferir!

                         





quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Febre de chikungunya

Chikungunya causa febre e dores intensas nas articulações de pés e mãos


O Ministério da Saúde monitora no Brasil a febre de chikungunya, uma doença causada por vírus e que pode infectar humanos por meio da picada do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, e também pelo Aedes albopictus. Três casos foram registrados no país.


Originária do sudeste asiático e de alguns países da costa leste africana, a chikungunya é menos grave que a dengue e se caracteriza por febre alta e dores intensas nas articulações de mãos e pés.

No Brasil, os três primeiros casos, todos importados, foram identificados em 2010: dois homens que estiveram na Indonésia — um de 41 anos, do Rio de Janeiro, e outro de 55 anos, de São Paulo; e uma mulher de 25 anos, também de São Paulo, que esteve na Índia. Todos estão recuperados. Os casos foram informados à Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e à Organização Mundial da Saúde (OMS).

O paciente de São Paulo chegou ao Brasil depois do período de transmissão, que é de até cinco dias após o início dos sintomas. Durante esta fase, se o mosquito picar o doente, poderá transmitir o vírus a outras pessoas. Os outros dois pacientes chegaram ao país dentro desse período. Medidas de eliminação de focos do mosquito foram intensificadas nas áreas próximas à residência e ao local de atendimento de ambos.

Transmissão

A doença só pode ser transmitida pela picada do mosquito infectado. Não há transmissão de uma pessoa para outra. O nome chikungunya significa "aqueles que se dobram" e tem origem no swahili, um dos idiomas oficiais da Tanzânia, onde foi documentada a primeira epidemia da doença, entre 1952 e 1953. Refere-se à aparência curvada dos pacientes.

De acordo com Giovanini Coelho, coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, até o momento não existe transmissão autóctone do vírus no país — quando a pessoa se infecta dentro do território nacional.

Em 6 de dezembro, técnicos do Ministério da Saúde reuniram-se com representantes das sociedades brasileiras de Medicina Tropical, Clínica Médica, Reumatologia, Pediatria e Geriatria para discutir as medidas que serão adotadas na rede de saúde para aprimorar a vigilância da doença.

Nas próximas semanas, deverá ser divulgado um guia de vigilância e manejo clínico de pacientes com suspeita de chikungunya, em parceria com sociedades científicas e representantes das secretarias estaduais e municipais de Saúde.

Sintomas

Os principais sintomas de chikungunya são febre acima de 39 graus, de início repentino, e dores intensas nas articulações de pés e mãos — dedos, tornozelos e pulsos. A suspeita aumenta se a pessoa que apresenta esses dois sintomas tiver histórico recente de viagem às áreas nas quais o vírus circula de forma contínua. Podem ocorrer, também, dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele.

Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. O vírus pode afetar pessoas de qualquer idade ou sexo, mas os sinais e sintomas tendem a ser mais intensos em crianças e idosos. Além disso, pessoas com doenças crônicas têm mais chance de desenvolver formas graves da doença. A pessoa que tem chikungunya fica imune a uma nova infecção pelo vírus.

Tratamento

O vírus só é detectado em exames de laboratório, que podem ser feitos na rede pública de saúde. O laboratório de referência nacional é o Instituto Evandro Chagas, em Belém (PA).

Assim como na dengue, não há vacina nem tratamento específico para chikungunya. São tratados os sintomas, com medicação para a febre, paracetamol, e para as dores articulares — anti-inflamatórios.

Se os sintomas surgirem, as pessoas devem procurar a unidade de saúde mais próxima imediatamente. Recomenda-se repouso absoluto ao paciente, que deve beber líquidos em abundância. As pessoas não devem tomar medicamentos por conta própria. A automedicação pode mascarar sintomas, dificultar o diagnóstico e agravar o quadro do paciente.

Em geral, chikungunya é de baixa gravidade, e as mortes são raras. Em 2006, na Índia, 1,3 milhão de casos foram registrados, sem nenhuma morte reportada. As pessoas costumam se recuperar em até dez dias após o início dos sintomas. No entanto, dores e inchaços nas articulações podem perdurar por alguns meses. Nesses casos, é necessário acompanhamento médico.

Doença no mundo

Atualmente, o vírus circula com mais intensidade em alguns países da África e da Ásia. De acordo com a OMS, em 2004, um surto na costa do Quênia propagou o vírus para Comores, Ilhas Reunião e outras ilhas do oceano Índico, chegando, em 2006, à Índia, Sri Lanka, Ilhas Maldivas, Cingapura, Malásia e Indonésia.

Em 2007, o vírus foi identificado na Itália. Em 2010, há relato de casos na Índia, Indonésia, Mianmar, Tailândia, Ilhas Maldivas, Ilhas Reunião e Taiwan.

Nas Américas, desde 2006, houve casos nos Estados Unidos, na Guiana Francesa e nas ilhas Martinica e Guadalupe, territórios franceses no Caribe. Todos os casos foram em pessoas que viajaram ao exterior e nenhum levou à transmissão autóctone do vírus, de acordo com a OPAS.

No Brasil, a notificação de casos da doença é obrigatória e imediata (em até 24 horas), regulamentada pela portaria 2.472/2010. Qualquer estabelecimento de saúde, público ou privado, deve informar a ocorrência de casos suspeitos às secretarias municipais e estaduais de Saúde.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O Fantástico Corpo Humano - Imperdível

Exposição “O Fantástico Corpo Humano” chega a Belo Horizonte.
Mais de 11 milhões de pessoas já visitaram a mostra que pode ser vista a partir do dia 17 de novembro no Boulevard Shopping.

               Aquilo que as pessoas têm em comum, não importando o que os define e os divide, é o intrigante e belo corpo humano em que habitamos. A partir do dia 17 de novembro, “O Fantástico Corpo Humano” pode ser conferido na capital mineira, no Boulevard Shopping.

              A exposição permite aos visitantes conhecerem mais sobre seus próprios corpos e ensina como cuidar da sua saúde e optar por estilos de vida mais saudáveis.

               São espécies humanas reais, como as utilizadas em universidades e hospitais, preservadas para fins educativos por um processo chamado de plastinação. Apenas recentemente (2007) estas espécies passaram a ficar disponíveis para o público, sendo uma oportunidade única para aprendizado visual.

              “O Fantástico Corpo Humano” ajuda a ver e compreender as doenças de maneira totalmente nova, pois enfatiza problemas de saúde, como câncer de mama, câncer de colo, cirrose hepática, gravidez ectópica, artrite, osteoporose e fraturas ósseas. A mostra também ilustra danos ou lesões em órgãos, como os causados por tabagismo e obesidade.

                Trata-se de um mergulho tri-dimensional por dentro destes sistemas: pele e ossos, dos pés à cabeça. A mostra foi projetada numa grande estrutura com dez galerias, tendo 13 corpos completos, em poses confortáveis e familiares, ilustrando todos os sistemas de forma dinâmica. O público também irá conferir 150 espécimes de órgãos que ajudam os visitantes a investigar mais a fundo as estruturas de cada sistema. Durante todo o percurso são gerados níveis de informações de forma prestativa para todas as idades – da escola primária à faculdade de medicina.
 


Saiba como acontece o processo de plastinação.
O processo consiste em dissecar o espécime para exibir sistemas e estruturas específicas. A dissecção é imersa em acetona para extrair todos os fluídos corporais e após essa desidratação, o espécime é colocado em polímero de silicone e é selado em uma câmera de vácuo. Sob o vácuo, a acetona é substituída pelo polímero, que penetra no espécime no nível celular mais profundo. Quando o polímero de silicone endurece, o espécime fica com estrutura intacta pronto para ser exibido e estudado.

Um mergulho pelo corpo humano
 


A exposição traz uma visão geral do corpo, seus sistemas e órgãos:

Esqueletos/Músculos: As estruturas de suporte do esqueleto e dos músculos trabalham em conjunto.
Sistema respiratório: Os órgãos que trazem ar para cada centímetro do nosso corpo e tornam possível a fala.
Sistema Digestivo: O processo que move a comida através de nove metros de trato digestivo, extraindo os nutrientes que precisamos para nossa sobrevivência.
Sistema Nervoso: O cérebro é o centro da consciência e a medula espinhal envia impulsos para ele na velocidade da luz.
Sistema Cardiovascular: Nosso coração bombeia sangue vital para todas as células do nosso sangue.
Sistema Circulatório: Uma visão única e inspiradora dos vasos que carregam o sangue através do corpo.
Sistema reprodutivo/urinário: Um sistema com duas funções: eliminar e reproduzir.
Vida Fetal: A vida e o desenvolvimento no seu nível mais básico.
Medicina Moderna: Proteção e detecção a medida que envelhecemos.

Dúvidas que a mostra irá esclarecer para as pessoas:
O que a cafeína e o refrigerante de cola fazem com a sua bexiga?
Quem tem os músculos mais fortes. Homens ou mulheres?
O que nos faz soluçar?
O que faz a placenta?
Onde estão localizados os menores ossos do nosso corpo?
Como o LDL (colesterol - lipoproteína de baixa densidade) afeta o seu corpo?
Porque os músculos arrepiam?
Porque os quadris femininos são maiores que os masculinos?
O que a osteoporose faz com o corpo?
E isso é apenas uma pequena amostra de informações que os visitantes vão receber durante a exposição.

Data: De 17/11 a 31/12

Horário: 10h às 22h

Ingressos:
R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada) durante a semana.
R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada) no fim de semana.
R$15 para grupos e escolas (agendar previamente pelo telefone 31 3031-3150).
Pacotes-família: De segunda a sexta: R$60,00 (para três pessoas), R$80,00 (para quatro pessoas), R$100,00 (para cinco pessoas). Sábado e Domingo: R$75,00 (para três pessoas), R$100,00 (para quatro pessoas) e R$125,00 (para cinco pessoas).

Informações: (31) 3241-4009

Site: http://www.artbhz.com.br/

Endereço: Av. dos Andradas – 3.000 - Santa Efigênia

Local: Boulevard Shopping - 2° piso