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Ulisses A. Natividade, Pedagogo, Biólogo,Professor de Ciências, Biologia e Física.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O Fantástico Corpo Humano - Imperdível

Exposição “O Fantástico Corpo Humano” chega a Belo Horizonte.
Mais de 11 milhões de pessoas já visitaram a mostra que pode ser vista a partir do dia 17 de novembro no Boulevard Shopping.

               Aquilo que as pessoas têm em comum, não importando o que os define e os divide, é o intrigante e belo corpo humano em que habitamos. A partir do dia 17 de novembro, “O Fantástico Corpo Humano” pode ser conferido na capital mineira, no Boulevard Shopping.

              A exposição permite aos visitantes conhecerem mais sobre seus próprios corpos e ensina como cuidar da sua saúde e optar por estilos de vida mais saudáveis.

               São espécies humanas reais, como as utilizadas em universidades e hospitais, preservadas para fins educativos por um processo chamado de plastinação. Apenas recentemente (2007) estas espécies passaram a ficar disponíveis para o público, sendo uma oportunidade única para aprendizado visual.

              “O Fantástico Corpo Humano” ajuda a ver e compreender as doenças de maneira totalmente nova, pois enfatiza problemas de saúde, como câncer de mama, câncer de colo, cirrose hepática, gravidez ectópica, artrite, osteoporose e fraturas ósseas. A mostra também ilustra danos ou lesões em órgãos, como os causados por tabagismo e obesidade.

                Trata-se de um mergulho tri-dimensional por dentro destes sistemas: pele e ossos, dos pés à cabeça. A mostra foi projetada numa grande estrutura com dez galerias, tendo 13 corpos completos, em poses confortáveis e familiares, ilustrando todos os sistemas de forma dinâmica. O público também irá conferir 150 espécimes de órgãos que ajudam os visitantes a investigar mais a fundo as estruturas de cada sistema. Durante todo o percurso são gerados níveis de informações de forma prestativa para todas as idades – da escola primária à faculdade de medicina.
 


Saiba como acontece o processo de plastinação.
O processo consiste em dissecar o espécime para exibir sistemas e estruturas específicas. A dissecção é imersa em acetona para extrair todos os fluídos corporais e após essa desidratação, o espécime é colocado em polímero de silicone e é selado em uma câmera de vácuo. Sob o vácuo, a acetona é substituída pelo polímero, que penetra no espécime no nível celular mais profundo. Quando o polímero de silicone endurece, o espécime fica com estrutura intacta pronto para ser exibido e estudado.

Um mergulho pelo corpo humano
 


A exposição traz uma visão geral do corpo, seus sistemas e órgãos:

Esqueletos/Músculos: As estruturas de suporte do esqueleto e dos músculos trabalham em conjunto.
Sistema respiratório: Os órgãos que trazem ar para cada centímetro do nosso corpo e tornam possível a fala.
Sistema Digestivo: O processo que move a comida através de nove metros de trato digestivo, extraindo os nutrientes que precisamos para nossa sobrevivência.
Sistema Nervoso: O cérebro é o centro da consciência e a medula espinhal envia impulsos para ele na velocidade da luz.
Sistema Cardiovascular: Nosso coração bombeia sangue vital para todas as células do nosso sangue.
Sistema Circulatório: Uma visão única e inspiradora dos vasos que carregam o sangue através do corpo.
Sistema reprodutivo/urinário: Um sistema com duas funções: eliminar e reproduzir.
Vida Fetal: A vida e o desenvolvimento no seu nível mais básico.
Medicina Moderna: Proteção e detecção a medida que envelhecemos.

Dúvidas que a mostra irá esclarecer para as pessoas:
O que a cafeína e o refrigerante de cola fazem com a sua bexiga?
Quem tem os músculos mais fortes. Homens ou mulheres?
O que nos faz soluçar?
O que faz a placenta?
Onde estão localizados os menores ossos do nosso corpo?
Como o LDL (colesterol - lipoproteína de baixa densidade) afeta o seu corpo?
Porque os músculos arrepiam?
Porque os quadris femininos são maiores que os masculinos?
O que a osteoporose faz com o corpo?
E isso é apenas uma pequena amostra de informações que os visitantes vão receber durante a exposição.

Data: De 17/11 a 31/12

Horário: 10h às 22h

Ingressos:
R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada) durante a semana.
R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada) no fim de semana.
R$15 para grupos e escolas (agendar previamente pelo telefone 31 3031-3150).
Pacotes-família: De segunda a sexta: R$60,00 (para três pessoas), R$80,00 (para quatro pessoas), R$100,00 (para cinco pessoas). Sábado e Domingo: R$75,00 (para três pessoas), R$100,00 (para quatro pessoas) e R$125,00 (para cinco pessoas).

Informações: (31) 3241-4009

Site: http://www.artbhz.com.br/

Endereço: Av. dos Andradas – 3.000 - Santa Efigênia

Local: Boulevard Shopping - 2° piso

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Experiência com bactéria de arsênio GFAJ1 revoluciona visão sobre vida n...

Cientistas descobrem bactéria que contém arsênio em sua formação

Equipe financiada pela Nasa encontrou organismo em lago na Califórnia.
Elemento químico na 'Halomonadaceae' GFAJ-1 é tóxico para humanos.


Do G1, em São Paulo


O Lago Mono fica no leste da Califórnia, limitado a oeste pelas montanhas da Sierra Nevada. O antigo lago alcalino é conhecido por formações incomuns de tufo, um tipo de rocha calcária, assim como por sua hipersalinidade e altas concentrações de arsênico
O Lago Mono fica no leste da Califórnia, limitado a oeste pelas montanhas da Sierra Nevada. O lago alcalino é conhecido por formações incomuns de tufo, um tipo de rocha calcária, assim como por sua hipersalinidade e altas concentrações de arsênio. (Foto: Henry Bortman / Science - setembro de 2010)


              Uma equipe da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, descobriu uma bactéria que utiliza arsênio como substituto ao fósforo em sua composição. O organismo foi recém-encontrado no lago Mono, no lado leste da Califórnia, nos Estados Unidos, deixando a comunidade científica em suspense. O achado abre espaço para novas concepções de vida, não baseadas nas formas tradicionais conhecidas.

             Os cientistas participam de um grupo de pesquisa financiado pela agência espacial norte-americana (Nasa), que promoveu uma apresentação da descoberta na tarde desta quinta-feira (2). O pronunciamento foi feito após informações sobre a pesquisa terem chegado ao conhecimento público, gerando especulações sobre algum anúncio relacionado a vida extraterrestre.

              O fósforo é um dos elementos básicos à vida, encontrado geralmente na forma inorgânica na natureza, como fosfato. Mas uma equipe integrada pelos astrobiólogos Ariel Anbar e Paul Davies publicou um artigo na revista "Science" no qual mostra a existência de uma bactéria inédita, com outra base de composição. A aposta da autora principal do artigo, a cientista Felisa Wolfe-Simon, que já fez parte de grupo de pesquisa liderado por Anbar é de este novo organismo abre margem para novas interpretações sobre os seres vivos, inclusive fora do ambiente terrestre.

Imagem mostra bactérias da família 'Halomonadaceae', que são compostas, entre outros elementos, por arsênio, elemento químico considerado tóxico a humanos. (Foto: Science / AAAS)


              O arsênio é conhecido como um elemento químico tóxico ao corpo. Todos os seres vivos são compostos com base em uma combinação de seis elementos químicos: carbono (C), hidrogênio (H), nitrogênio (N), oxigênio (O), fósforo (P) e enxofre (S). São basicamente encontradas em três componentes básicos: DNA (ácido desoxirribonucleico, que contém as informações básicas dos indivíduos vivos), proteínas e gorduras.









terça-feira, 30 de novembro de 2010

Dia Mundial de Luta Contra a AIDS



               Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids. A escolha seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministro da Saúde.

Por que o laço vermelho como símbolo?

              O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. Seu projeto foi criado em 1991 pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de Nova York, que queria homenagear amigos e colegas mortos em decorrência da aids.

              O Visual Aids tem como objetivos conscientizar as pessoas para a transmissão do vírus, divulgar as necessidades dos que vivem com o HIV/aids e angariar fundos para promover prestação de serviços e pesquisas.

              O adereço foi escolhido pela sua associação ao sangue e à idéia de paixão e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo. O símbolo foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991.

              O laço se tornou símbolo popular entre as celebridades nas cerimônias de entrega de prêmios e virou moda. A possibilidade de se tornar apenas um instrumento de marketing preocupou ativistas que temiam que a popularidade levasse a perda de força, do seu significado. Mas, ao contrário disso, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a aids, reforçando a necessidade de ações, pesquisas e, principalmente, de solidariedade aos que convivem com o HIV/aids.