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Ulisses A. Natividade, Pedagogo, Biólogo,Professor de Ciências, Biologia e Física.

domingo, 1 de maio de 2011

Parabéns!

A aluna Maria Carla do ROCA que respondeu corretamente ao desafio Vida em detalhes.
Vida em detalhes

          A imagem retrata: Eclipse total do Sol de 29 de março de 2006: A Estação Espacial Internacional (ISS) estava em posição de ver a sombra (terreno) umbral elenco pela Lua que se movia entre o Sol e a Terra durante o eclipse solar em 29 de março de 2006. Esta imagem do astronauta capta a sombra umbral (todo sul da Turquia, Chipre do Norte, e no Mar Mediterrâneo). As pessoas que vivem nessas regiões observaram um eclipse solar total, em que a Lua cobre completamente o disco solar. A fotografia do astronauta foi tomada em aproximadamente 2:00 pm, hora local. Este eclipse solar total é o quarto ocorrido desde 1999. A parcela do ISS visível na parte superior da imagem é a Estação Espacial Remote Manipulator System.
Por maria carla em 27/04/11

Corpo embalsamado e sangue preservado

                Na época de sua morte, que ocorreu em 2 de abril de 2005 o corpo do papa João Paulo II (Karol Wojtyla) foi embalsamado e lacrado em três caixões diferentes para ser preservado e homenageado por milhares de católicos do mundo todo. Seu sangue foi conservado em um tubo de ensaio com heparina, o que impede sua coagulação.

        A cerimônia de beatificação destacou dotes intelectuais, morais e espirituais do pontífice. João Paulo II morreu em 2005, aos 84 anos, após 27 anos de pontificado.

Em uma cerimônia solene na presença de mais de 1 milhão de pessoas que lotaram a praça de São Pedro, segundo a polícia romana, o Papa Bento XVI proclamou beato o seu antecessor, João Paulo II (1920-2005), neste domingo (1º).

 

Após a leitura de um texto sobre a vida do pontífice, ocorreu o principal momento da cerimônia, em que foi descerrado um retrato de João Paulo II, a partir de então denominado beato. "Concedemos que o venerado servo de Deus João Paulo II, Papa, seja de agora em diante chamado beato", proclamou Bento XVI.
A freira francesa irmã Marie Simon-Pierre Normand - cuja a cura do mal de Parkinson, a mesma doença degenerativa do papa, em junho de 2005, é tida como a primeira graça de João Paulo II- levou ao altar uma ampola contendo sangue do Papa, enquanto outra religiosa que o acompanhou durante o papado, levou algumas de suas relíquias.
A data escolhida para a veneração do papa foi 22 de outubro, dia da primeira missa do seu pontificado.
                A beatificação de João Paulo II é um evento histórico sem precedentes já que nos últimos mil anos da Igreja Católica nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.
                O processo de beatificação do Papa João Paulo II, neste domingo (1º), é um passo prévio à canonização do pontífice.
Desde que se facilitou o caminho da canonização para os futuros santos, graças à reforma do Código de Direito Canônico de 1983, diminuíram os obstáculos e exigências para se chegar a santo.

                São três as etapas principais pelas quais deve passar o candidato a santo: confirmação das "virtudes heróicas", beatificação e canonização, para as quais se necessita a comprovação de pelo menos dois milagres (veja infográfico do site G1).




              Além de ser considerado um evento histórico pela igreja católica, a beatificação de João Paulo II é certamente motivo de muita comoção para muitos fiéis católicos, especialmente para aqueles que, como eu, nasceram na década de 80 e cresceram ouvindo suas mensagens e vendo na sua pessoa forte e acolhedora a imagem de "pai-papa" de toda uma geração.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Parabéns!

A aluna Izabela Chiodi Laine Mateus - 2º Ano - Uno Vertice  por ter respondido corretamente ao desafio  Vida em detalhes

Vida em detalhes

 A foto corresponde a capsula de um musgo, espero ter acertado!
Por bella em 14/04/11

Depois das provas, vem as pérolas!

Vejam a seguir algumas respostas de questões de provas dadas por alunos no mínimo "inspirados"

Sim! Ele entendeu a pergunta

Se comprou inseticida, use.

Sem mais comentários.

Gênio da geometria!
Belo vocabulário!
Viver provoca efeito estufa.

  
"Master" resposta!



                                      Até breve.


                                                         








domingo, 24 de abril de 2011

Física pura!

Bebê é salva em queda livre

Leia a matéria feita pelo professor de física Dulcidio Braz Júnior:


Hotel de onde a bebê caiu


            A notícia, resumida, e com os parâmetros físicos que  nos interessam diz "Uma turista britânica conseguiu apanhar no ar uma bebê (...) que caiu da sacada em um hotel (...) Jah-Nea Myles, de 16 meses, escorregou pela grade de proteção de uma varanda no 4º andar (...), mas escapou sem ferimentos devido ao pensamento rápido de Helen Beard. A turista de 44 anos estava na piscina do hotel quando viu a menina pendurada na grade. Rapidamente, Helen correu para baixo e conseguiu agarrar Jah-Nea antes que a menina se machucasse na queda".
            Incrível, não? Helen Beard, a heroína desta história, teve muita presença de espírito. Muitos travariam diante da cena de queda iminente. Ela não. Correu e se posicionou para salvar a bebê. E, felizmente, conseguiu!
            Aproveitando esta notícia pergunto: será que dá para estimar a velocidade da bebê em plena queda no momento em que chegou aos braços de Helen?
Dá sim. E é até bem simples. Basta considerar uma queda livre, ou seja, queda motivada pela ação única da gravidade. Neste caso desprezamos o atrito com o ar.
Este modelo físico, apesar de simplista, funciona bem porque: 
1.      A bebê tem o corpo pequeno. Logo, oferece pouca área de contato com o ar na queda.
2.      E, se a velocidade por ela atingida não for muito alta, melhor ainda. O atrito aerodinâmico (ou atrito com o ar) depende do quadrado da velocidade.
Sabemos que numa queda livre a aceleração do corpo é constante e vale a = g = 9,8 m/s². Neste caso, o corpo está num MUV - Movimento Uniformemente Variado para o qual valem as seguintes relações:

 As relações acima são conhecidas, respectivamente, como Função Horária dos Espaços do MUV, Função Horária das Velocidades do MUV e Equação de Torricelli onde:
  • S é o espaço (ou posição ) do corpo num instante t qualquer
  • S0 é o espaço (ou posição ) do corpo no instante inicial t0
  • V é a velocidade do corpo num instante t qualquer
  • V0 é a velocidade do corpo no instante inicial t0
  • a é a aceleração do corpo, constante e, como já afirmei acima, de mesmo valor da aceleração da gravidade local (a = g = 9,8 m/s²)
  • ΔS = S - S0 é a variação do espaço que aconte no mesmo intervalo de tempo em que a velocidade evolui de V0 para V
Podemos estimar a altura H de queda aproveitando a foto do hotel publicada na matéria.
H total corresponde a 3h


            Note pela foto que o primeiro andar já é o térreo. O piso do quarto andar de onde a bebê caiu está 3h acima do solo onde h é a altura de cada andar que podemos estimar como sendo aproximadamente h = 3,2 m. Assim, H = 3 x 3,2 = 9,6 m. Mas a Helen deve ter pego a bebê na altura do seu tórax, o que estimamos como 1,6 m (imaginando ser Helen uma britânica de pouco mais de 1,70m de altura).
            Sendo assim a bebê percorreu durante a queda do piso do quarto andar até os braços de Helen uma distância equivalente a ΔS = S - S0 = 9,6 - 1,6 = 8,0 m
Como não sabemos o tempo total de queda, é conveniente usarmos a Equação de Torricelli na qual V0 = 0 m/s (a bebê começa a cair do repouso), V é o que queremos estimar e a = g = 9,8 m/s². Assim:


            Concluímos que a velocidade da bebê quando Helen a pegou no ar, em plena queda, era aproximadamente 12,5 m/s (ou 12,5 x 3,6 = 45 km/h).
Agora podemos estimar o tempo de queda da bebê, ou seja, o tempo que Helen (já posicionada para pegar a criança) teve para reagir e realizar o movimento heróico. Para tanto usaremos a Função Horária das Velocidades do MUV com  V0 = 0 m/s, V = 12,5 m/s e a = g = 9,8 m/s². Logo:


Conclusão: Helen teve apenas 1,27s para, ao ver a bebê caindo, realizar o movimento preciso de agarrá-la em plena queda a cerca de 45 km/h. Desconsiderando o tempo de reação normal médio do ser humano, Helen não teve nem 1s para realizar o movimento preciso e heróico livrando a criança da colisão fatal com o solo!