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Ulisses A. Natividade, Pedagogo, Biólogo,Professor de Ciências, Biologia e Física.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Hipótese de Gaia

          Gaia é a deusa da mitologia grega que personifica a mãe natureza e por isto temos, em português, geologia e geografia, que estudam fenômenos - físicos e sociais - relacionados ao planeta Terra.
          Na década de 60 James Lovelock, estudioso e ambientalista inglês elaborou esta hipótese, baseando-se nos trabalhos de Lynn Margulis e na observação da dinâmica sobre a superfície terrestre. Segundo ele as relações estabelecidas pelos seres componentes da biota entre si e com o meio determinam as condições que mantém o superorganismo, Terra, em equilíbrio dinâmico e assim garantem nossa vida.

           De certa forma é até compreensível que tudo aquilo que acontece com o solo ou com as espécies vivas no planeta pode interferir direta e indiretamente nas condições ambientais. Como exemplo temos a produção de gás carbônico durante a respiração aeróbica dos animais e a assimilação deste pelas plantas que durante a fotossíntese que libera oxigênio. 

           Aliás, Lynn Margulis se relaciona ao assunto anterior por sua hipótese endossimbionte. Se você conhece esta ideia, descreva-a em forma de um comentário, a primeira e melhor será publicada.



           Assista cada um dos quadros desta entrevista e descubra como o pensa hoje James Lovelock o ambiente que nos cerca.

sábado, 17 de março de 2012

Lily Allen - Smile


Boa musica, também.

Natasha Bedingfield - Pocketful Of Sunshine


Esta música faz parte da trilha sonora de dois filmes que valem a pena assistir - A mentira, com Emma Stone e a verdade nua e crua com Katherine Heigel.
Estas duas músicas empataram a enquete desta semana.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Menor espécie de sapo do Brasil é registrada no ES

A descoberta foi feita na região de Serra das Torres, em Atílio Vivacqua.
Espécie mede entre 7 e10 milímetros de comprimentro.
Amanda Monteiro  G1 ES

A menor espécie de sapo do Brasil, e segunda do Hemisfério Sul, foi encontrada pela primeira vez no Espírito Santo, na região conhecida como Serra das Torres, em Atílio Vivacqua, no Sul do estado, e registrada pela pesquisadora do Programa de doutorado em Ecologia e Evolução da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Jane de Oliveira. O animal raro, já visto na Mata Atlântica carioca, fará parte de uma publicação cientifica em abril.
O menor sapo do Brasil mede entre entre 7 e10 milímetros de comprimentro (Foto: Renata Pagotto/ Divulgação)
Segundo a pesquisadora, a espécie mede entre 7 e10 milímetros de comprimento, ou seja, o sapo caberia com sobra em uma moeda de cinco centavos. “Durante o curso de Mestrado, eu e a minha equipe encontramos uma espécie de anfíbio, o Brachycephalus didactylus, um morador do chão das florestas, que é possivelmente o menor animal vertebrado do Brasil e um dos menores do mundo”, conta.
Feliz com a descoberta, Jane de Oliveira chama a atenção para a importância doEspírito Santo para a ciência nacional. “Fazer o registro de uma espécie, com a ecologia ainda praticamente desconhecida para a ciência, no Espírito Santo, mostra o quanto este estado é importante biologicamente. Uma área devastada pode ser sinônimo da perda de dezenas de espécies, desconhecidas neste estado e mesmo para a ciência”, diz a pesquisadora.
Jane afirma que a espécie era conhecida apenas no Rio de Janeiro. "Este foi o primeiro registro dele fora do estado. É possível que a espécie exista também em outras localidades do Espírito Santo, porém a visualização destes sapos é muito difícil. É um animal minúsculo, de coloração idêntica às folhas mortas caídas no chão da mata, de movimentos lentos e que entra em atividade apenas durante a noite”, diz a pesquisadora.
A visualização destes sapos é muito difícil porque, além de minúsculos, eles têm coloração idêntica às folhas (Foto: Renata Pagotto/ Divulgação)
Com uma adaptação curiosa entre os anfíbios, a espécie - que também é conhecida como sapo Pulga - sobrevive confortavelmente com a umidade das folhas. “É um animal com uma adaptação muito interessante. Ele sofreu redução no número de falanges e no número de dedos  apresentando apenas o equivalente ao nosso dedo médio. Além disso ele não vive em ambientes com água, como a maioria, para ele basta a umidade existente entre as folhas caídas”, afirma.

Reportagem sugerida por Lucas Tadeu 2o ano C - ROCA

Desafio: Este animal é muito interessante em sua evolução e adaptação ao ambiente, isto inclui sua forma de respiração durante as fases de sua vida - trata-se de um anfíbio. Responda quais os tipos de processos respiratórios ele apresenta e suas respectivas fases.

terça-feira, 13 de março de 2012

Coluna do aluno

As principais diferenças entre Fitoplâncton e Zooplâncton
Foto aérea de plâncton na costa argentina

O fitoplâncton é composto pelos organismos vegetais, ou seja, espécies capazes de realizar a fotossíntese. Basicamente os componentes do fitoplâncton são as algas unicelulares, pertencentes a vários grupos taxonômicos. Dois grupos de microalgas, no entanto, são os mais representativos no oceano, tanto em número de espécies como em abundância de indivíduos, que são as diatomáceas e os dinoflagelados. Reproduzem-se em uma velocidade espantosa, chegando a quatro vezes por dia. Além disso, precisam permanecer nas águas superficiais do oceano para que possam fazer fotossíntese. A luz está presente em quantidades adequadas apenas até os duzentos metros de profundidade, sendo este o ambiente do fitoplâncton. Na ausência de luz podem viver, alimentando-se ativamente no ambiente. Representantes deste grupo são os responsáveis pela maré vermelha (floração abrupta destas algas que pode alterar a coloração da água). O fitoplâncton é na realidade a principal fonte de oxigênio para a atmosfera do planeta. Estas microalgas marinhas produzem mais oxigênio do que precisam no processo de respiração, liberando o excesso no ambiente.
Algas do tipo vólvox

O zooplâncton: todos os animais do plâncton estão reunidos neste grupo. A diversidade do zooplâncton é extremamente grande, composta tanto por larvas como por animais adultos. As espécies que vivem no plâncton durante apenas uma fase da vida (fase larval) são chamadas de meroplâncton, enquanto que as espécies que passam toda a vida no plâncton são denominadas holoplâncton. Filos ou grupos de filos aparentados evolutivamente tendem a apresentar estágios larvais planctônicos característicos. Com base nesta realidade, já foram descritas dezenas de tipos e estágios larvais, como por exemplo a trocófora (de moluscos e poliquetas), zoea (crustáceos), plânula (cnidarios), entre outras. Os componentes do zooplâncton temporário (meroplâncton) são principalmente larvas de moluscos, vermes poliquetas, esponjas, acidais, crustáceos, e equinodermas. Os ovos e alevinos de peixes são um grupo importantíssimo do zooplâncton, denominado ictioplâncton. O zooplâncton permanente (holoplâncton) é constituído basicamente de crustáceos como camarões e o Krill, quetognatos (animais carnívoros do filo Chaetognatha), ostracodos e medusas. O plâncton é um componente fundamental do ecossistema marinho, sem o qual não seria possível manter seu equilíbrio. Além de viabilizar a sobrevivência de centenas de milhares de espécies, tem crucial importância na manutenção de toda a cadeia alimentar marinha.
Zooplâncton incluindo larvas

Para saber mais acesse o link: http://super.abril.com.br/multimidia/mundo-mar/mundo-mar.html
Sugestão do aluno Túlio Carregal-3o ano UNO vértice

Plâncton o bicho de estimação do Bob esponja


Texto principal por Caroline Carvalho-UNO vértice 08/03/12