Porque é impossível espirrar com os olhos abertos?... Esclarecendo o
mito: não é porque os olhos podem sair da órbita que os fechamos ao espirrar!
Quando uma partícula estranha entra no corpo pelas vias nasais, estimula os
receptores locais que, por meio do nervo trigêmio (que coordena os movimentos
da face), avisam o tronco encefálico que é hora de entrar em ação. Ao receber a
mensagem, o tronco encefálico reage imediatamente à invasão, gerando uma série
de impulso motores que contraem o abdômen, o tórax e o diafragma, até chegar ao
nervo facial. Os reflexos que chegam ao nervo facial também desencadeiam
movimentos para expulsar a partícula estranha. Essas contrações atingem
diversos músculos da face, incluindo o músculo orbicular, que controla o abrir
e o fechar dos olhos. Como resultado de todo esse esforço, fechamos os olhos.
Este vídeo é só para mostrar que outros animais espirram. Olha a mãe panda.
Os "pequenos monstros" agora tem um bom motivo para se interessarem por Biologia.
Cientistas da Universidade Duke, nos Estados Unidos homenagearam a
cantora pop Lady Gaga ao escolherem o nome de um novo gênero de samambaias,
descoberto em regiões da América Central e do Sul, além do México e dos EUA.
A
este gênero, batizado de ‘Gaga’, pertencem 19 espécies - duas delas recém
descobertas.
A homenagem foi feita primeiramente porque as plantas, em uma das fases iniciais da vida, antes de se tornarem grandes e cheias de folhas, são muito parecidas com um
dos figurinos famosos da cantora.
Lady Gaga, à esquerda,
usando um figurino muito parecido com uma das fases da vida das novas
samambaias, à direita (Foto: Divulgação/Duke University)
Além disso, quando os cientistas fizeram o
sequenciamento do DNA das espécies – representado sempre pelas letras ATCG,
combinadas de diferentes formas –, descobriram a sequência GAGA.
Sequenciamento do DNA das espécies do gênero 'Gaga' (Foto:
Divulgação/Duke University)
Segundo Kathleen Pryer, coordenadora do estudo, o nome Lady Gaga foi dado a este gênero devido a defesa da cantora pela igualdade e expressão individual.
Duas das espécies do gênero ‘Gaga’ são inéditas para a ciência.Gaga
germanotta, encontrada na Costa Rica, recebeu o nome de nascença
da artista, Stefani Germanotta. Outra espécie,Gaga monstraparva, encontrada no
México, recebeu o nome dedicado aos fãs de Lady Gaga, chamados comumente por ela de
“pequenos monstros”.
Na escola nós estudamos estes
fenômenos como uma sequência de eventos complexos e compartimentados – prófase,
metáfase, anáfase e telófase – e, infelizmente, deixamos de atentar para fato
de que seres minúsculos (microscópicos), flores, peixes, nossa pele e até os
pernilongos que nos incomodam estão vivem estes processos de divisão celular.
Para os seres microscópicos a
mitose é uma maneira de se dividir, dando origem a uma nova estrutura. Assim
podemos dizer que as bactérias, os protozoários e os fungos unicelulares se
reproduzem assexuadamente por mitose. A verdade é que até quando há a
reprodução sexuada nestes seres unicelulares o evento culmina em uma mitose –
divisão de uma célula em duas geneticamente idênticas.
Para os seres
pluricelulares a mitose é o fenômeno relacionado ao crescimento,
desenvolvimento de estruturas e órgãos, regeneração e ao rápido aumento na
massa de um tumor, por exemplo.
Assista este vídeo coletado no
youtube:
A meiose é um
fenômeno um pouco mais complexo, pois neste caso a célula se divide em quatro,
mas o material genético em cada uma é a metade. Neste processo o objetivo é
criar gametas – com capacidade de se fundir em outro – ou esporos – que vão se
desenvolver em indivíduos haploides.
Este processo ocorre em duas
etapas, meiose I e meiose II, e é na primeira que os gametas de seus pais
sofrem o crossing over e se tornam suficientemente diferentes entre si para que
seus irmãos tenham traços que você não carrega como o olho azul e o cabelo
preto que você gostaria de ter.
Assista o vídeo, também coletado
do youtube:
Tudo isto é para
vocês compreenderem melhor este terceiro vídeo produzido por alunos do colégio
Roberto Carneiro, durante uma aula de Biologia na última sexta feira. Vários
alunos puderam, nesta ocasião, filmar um evento comum na natureza, mas raro de
se acompanhar em uma simples prática de laboratório.
Vídeo:
Depois de assistir vários vídeos
enviados escolhi aquele que me parecia de melhor qualidade para postar neste
blog. O escolhido pertence a Ana Maia, mas se vocês se interessarem tem
mais nos links abaixo: