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Ulisses A. Natividade, Pedagogo, Biólogo,Professor de Ciências, Biologia e Física.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Por que fechamos os olhos ao espirrar?



Porque é impossível espirrar com os olhos abertos?... Esclarecendo o mito: não é porque os olhos podem sair da órbita que os fechamos ao espirrar! Quando uma partícula estranha entra no corpo pelas vias nasais, estimula os receptores locais que, por meio do nervo trigêmio (que coordena os movimentos da face), avisam o tronco encefálico que é hora de entrar em ação. Ao receber a mensagem, o tronco encefálico reage imediatamente à invasão, gerando uma série de impulso motores que contraem o abdômen, o tórax e o diafragma, até chegar ao nervo facial. Os reflexos que chegam ao nervo facial também desencadeiam movimentos para expulsar a partícula estranha. Essas contrações atingem diversos músculos da face, incluindo o músculo orbicular, que controla o abrir e o fechar dos olhos. Como resultado de todo esse esforço, fechamos os olhos.

Este vídeo é só para mostrar que outros animais espirram. Olha a mãe panda.

Gustavo dos Santos Gomes – 2º C ROCA

domingo, 25 de novembro de 2012

Resposta do último desafio do ano.

Esta foto mostra ovos de uma cobra papa lesma ou jararaquinha dormideira. Eles tem casca flexível, por isto são deformados.

Um detalhe importante é que nem todas as cobras põem ovos, elas podem ser ovíparas, ovovíparas ou vivíparas.
Ovíparas colocam ovos que eclodem, sem a necessidade de choca, em filhotes com a mesma aparência dos adultos.
Ovovivíparas geram ovos que permanecem no interior do corpo da mãe até que possam eclodir. A cobra libera, pela cloaca, as cascas e os filhotes.
Vivíparas não geram ovos com cascas, seus filhotes permanecem evolvidos por uma membrana no interior do corpo da mãe e só nascem quando prontos.

domingo, 18 de novembro de 2012

Resposta do desafio!

Ninguém acertou este desafio que postava uma foto de um botão de girassol (Helianthus annuus) com uma aranha fotografada por mim mesmo.
 Fiquem atentos, em breve tem mais.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Samambaia Lady Gaga

Os  "pequenos monstros"  agora tem um bom motivo para se interessarem  por Biologia.


Cientistas da Universidade Duke, nos Estados Unidos homenagearam a cantora pop Lady Gaga ao escolherem o nome de um novo gênero de samambaias, descoberto em regiões da América Central e do Sul, além do México e dos EUA. 

A este gênero, batizado de ‘Gaga’, pertencem 19 espécies - duas delas recém descobertas.

A homenagem foi feita primeiramente porque as plantas, em uma das fases iniciais da vida, antes de se tornarem grandes e cheias de folhas, são muito parecidas com um dos figurinos famosos da cantora. 

Lady Gaga, à esquerda, usando um figurino muito parecido com uma das fases da vida das novas samambaias, à direita (Foto: Divulgação/Duke University)

Além disso, quando os cientistas fizeram o sequenciamento do DNA das espécies – representado sempre pelas letras ATCG, combinadas de diferentes formas –, descobriram a sequência GAGA.

Sequenciamento do DNA das espécies do gênero 'Gaga' (Foto: Divulgação/Duke University)

Segundo Kathleen Pryer, coordenadora do estudo, o nome Lady Gaga foi dado a este gênero devido a defesa da cantora pela igualdade e expressão individual.
Duas das espécies do gênero ‘Gaga’ são inéditas para a ciência. Gaga germanotta, encontrada na Costa Rica, recebeu o nome de nascença da artista, Stefani Germanotta. Outra espécie, Gaga monstraparva, encontrada no México, recebeu o nome dedicado aos fãs de Lady Gaga, chamados comumente por ela de “pequenos monstros”.


Fonte: Época


domingo, 28 de outubro de 2012

Meiose e Mitose


       Na escola nós estudamos estes fenômenos como uma sequência de eventos complexos e compartimentados – prófase, metáfase, anáfase e telófase – e, infelizmente, deixamos de atentar para fato de que seres minúsculos (microscópicos), flores, peixes, nossa pele e até os pernilongos que nos incomodam estão vivem estes processos de divisão celular.
          Para os seres microscópicos a mitose é uma maneira de se dividir, dando origem a uma nova estrutura. Assim podemos dizer que as bactérias, os protozoários e os fungos unicelulares se reproduzem assexuadamente por mitose. A verdade é que até quando há a reprodução sexuada nestes seres unicelulares o evento culmina em uma mitose – divisão de uma célula em duas geneticamente idênticas.

Para os seres pluricelulares a mitose é o fenômeno relacionado ao crescimento, desenvolvimento de estruturas e órgãos, regeneração e ao rápido aumento na massa de um tumor, por exemplo.
                
 Assista este vídeo coletado no youtube:




                A meiose é um fenômeno um pouco mais complexo, pois neste caso a célula se divide em quatro, mas o material genético em cada uma é a metade. Neste processo o objetivo é criar gametas – com capacidade de se fundir em outro – ou esporos – que vão se desenvolver em indivíduos haploides.
              Este processo ocorre em duas etapas, meiose I e meiose II, e é na primeira que os gametas de seus pais sofrem o crossing over e se tornam suficientemente diferentes entre si para que seus irmãos tenham traços que você não carrega como o olho azul e o cabelo preto que você gostaria de ter.
               
Assista o vídeo, também coletado do youtube:



             Tudo isto é para vocês compreenderem melhor este terceiro vídeo produzido por alunos do colégio Roberto Carneiro, durante uma aula de Biologia na última sexta feira. Vários alunos puderam, nesta ocasião, filmar um evento comum na natureza, mas raro de se acompanhar em uma simples prática de laboratório.


             
 Vídeo:
            Depois de assistir vários vídeos enviados escolhi aquele que me parecia de melhor qualidade para postar neste blog. O escolhido pertence a Ana Maia, mas se vocês se interessarem tem mais nos links abaixo: